Embora o home office tenha sido a alternativa de trabalho para muitas empresas a partir da realidade da Pandemia, estudo da FGV, divulgado pelo Valor Econômico, aponta que apenas 25,5% dos trabalhadores brasileiros desempenham funções que podem ser realizadas em home office.

Historicamente os trabalhos intelectuais, com o maior grau de escolaridade, são aqueles que permitem a atividade remota, oportunidade que está distante da grande massa dos trabalhadores e tem potencial para acentuar as desigualdades sociais e de acesso ao emprego.

Em comparação com outros países, o Brasil tem baixo aproveitamento do home office, o que pode ter relação com inúmeros fatores e impacto na presença das mulheres no mercado de trabalho. A pesquisa apresenta retração no número de mulheres em home office, comparando-se com a presença masculina.

O crescimento do home office traz inúmeros desafios para empresas e sociedade, já que o crescimento do emprego é um dos indicadores essenciais para o fluxo das relações econômicas saudáveis e o desenvolvimento de uma nação.

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