A Educação Financeira nas Empresas

Quando se fala em superendividamento e dificuldades financeiras, pode-se ter convicção que este não é somente um problema social enfrentado por idosos ou trabalhadores de baixa renda. Certamente, o endividamento é mais agressivo nesta realidade, mas as consequências da falta de organização econômica atingem grande parte da população e passa a ser observada pelas empresas.

Segundo levantamento realizado no Reino Unido, pelo estudo “The Employer’s Guide to Financial Wellbeing 2019-2020”, cerca de 36% dos trabalhadores têm preocupações financeiras e pessoas com a vida econômica desorganizada têm quatro (4) vezes mais chances de ter ataques de pânico ou sofrer com depressão.

Empresas que estão atentas a essa realidade têm trazido programas de educação financeira como estratégia para prevenir o endividamento dos seus profissionais, com inegáveis benefícios tanto para a organização pessoal, como para a própria condição do trabalhador em manter sua produtividade. São palestras, workshops e treinamentos ofertados e, em alguns casos, há atendimento jurídico e psicológico disponibilizado.

As relações econômicas saudáveis são essenciais para o crescimento econômico e social, o que pressupõe ciclos de consumo e pagamentos que se retroalimentam a partir de uma base de confiança e segurança. Por essa razão, devem ser saudadas as iniciativas de empresas que estão atentas à sua responsabilidade social e estimulam a prática de organização financeira dos seus profissionais.

Dados consultados no Valor Econômico.

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